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Exames e Serviços

Confira abaixo os exames realizados pelo Instituto de Biomedicina do ABC

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Utilidade


Investigação ginecológica.

 

Material


Secreção Vaginal

 

Instruções


- Para pacientes adultas não virgens será utilizado espéculo. Com auxílio de uma gaze será retirado a secreção externa.
- Não estar menstruada. Pacientes com uso de óvulos ou cremes vaginais, realizar coleta após 48 horas do término do tratamento.
- Paciente não deve submeter-se a exame ultrassonográfico transvaginal 24 horas antes da coleta.
- Não manter relações sexuais 3 dias antes da coleta.
- É recomendado, para todas as idades, tomar banho normalmente pela manhã, sem uso de ducha interna.

- Para paciente adultas virgens não será utilizado espéculo.
 

Utilidade:

A intolerância à lactose surge quando o organismo tem a incapacidade total ou parcial de produzir a lactase, uma enzima responsável pela digestão da lactose (o açúcar dos produtos lácteos).
Sem a produção dessa enzima o composto se acumula no intestino e é fermentado pelas bactérias que vivem ali, provocando mal-estar. Cerca de 40% da população têm predisposição a ter esse tipo de intolerância, mas apenas 2% vem a apresentar manifestações clínicas, a ponto da mesma interferir no seu cotidiano.
Dentre as possíveis manifestações clínicas estão as dores abdominais, gases, diarreia e outros desconfortos gastrointestinais provocados após a ingestão de leites e derivados. 
Quando essas manifestações acontecem de forma recorrente e há a suspeita de intolerância à lactose, o(a) médico(a) pode vir a solicitar alguns exames, que serão relacionados com o quadro clínico do paciente para a conclusão de um diagnóstico.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum obrigatório de 8 horas.

- Obrigatório presença de acompanhante para realização do exame;

- O teste é realizado somente pela manhã, de Segunda a Sexta o exame deve ser iniciado até as 10h, e aos Sábados o exame deve ser iniciado até as 9h.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também hipersensibilidade a drogas. São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de alergia, quando há história clínica sugestiva. O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

 

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também hipersensibilidade a drogas. São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de alergia, quando há história clínica sugestiva. O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

 

Finalidade

 

A caxumba é uma doença viral aguda causada por um paramyxovírus, caracterizada por febre, dor, sensibilidade e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares, com predileção pelas parótidas e, às vezes, pelas sublinguais ou submandibulares. Geralmente autolimitada, transmitida por gotículas respiratórias, contato direto ou fômites, sendo uma doença imunoprevenível. Ocorre mais comumente entre crianças em idade escolar e adultos jovens e é rara em lactentes com menos de um ano de idade, que têm proteção por anticorpos maternos. O período de incubação é geralmente de 16 a 18 dias (variação de 12 a 25 dias) desde a exposição até o início dos sintomas. A transmissão da caxumba pode ocorrer dois dias antes a cinco dias após o início da parotidite. Embora a caxumba também deva ser suspeitada entre indivíduos vacinados com sinais e sintomas relevantes e exposição epidemiológica, indivíduos sabidamente não imunizados tem risco maior de infecção. A IgM se torna detectável nos primeiros dias da doença e, atinge o pico cerca de 5 dias após o início dos sintomas. O ideal é que o soro seja coletado o mais rápido possível após o início dos sintomas. Os anticorpos da classe IgG surgem logo após a IgM e mantém-se detectáveis por longos períodos. Os recém-nascidos de mães imunizadas, naturalmente ou por vacinação, apresentam níveis protetores de IgG até cerca de 6 meses de idade. Assim como acontece em outras doenças imunopreveniveis como sarampo e rubéola, pessoas vacinadas previamente podem ter a IgM ausente ou detectada por curto período de tempo no caso de doença aguda. Testes sorológicos não podem diferenciar se a presença de anticorpos é decorrente de vacinação ou exposição prévia à caxumba, e o nível de anticorpos IgG necessários para proteção contra a infecção não é conhecido.
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Material


Sangue

 

Instruções


- Jejum obrigatório de 8 horas.



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Finalidade

 

A caxumba é uma doença viral aguda causada por um paramyxovírus, caracterizada por febre, dor, sensibilidade e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares, com predileção pelas parótidas e, às vezes, pelas sublinguais ou submandibulares. Geralmente autolimitada, transmitida por gotículas respiratórias, contato direto ou fômites, sendo uma doença imunoprevenível. Ocorre mais comumente entre crianças em idade escolar e adultos jovens e é rara em lactentes com menos de um ano de idade, que têm proteção por anticorpos maternos. O período de incubação é geralmente de 16 a 18 dias (variação de 12 a 25 dias) desde a exposição até o início dos sintomas. A transmissão da caxumba pode ocorrer dois dias antes a cinco dias após o início da parotidite. Embora a caxumba também deva ser suspeitada entre indivíduos vacinados com sinais e sintomas relevantes e exposição epidemiológica, indivíduos sabidamente não imunizados tem risco maior de infecção. A IgM se torna detectável nos primeiros dias da doença e, atinge o pico cerca de 5 dias após o início dos sintomas. O ideal é que o soro seja coletado o mais rápido possível após o início dos sintomas. Os anticorpos da classe IgG surgem logo após a IgM e mantém-se detectáveis por longos períodos. Os recém-nascidos de mães imunizadas, naturalmente ou por vacinação, apresentam níveis protetores de IgG até cerca de 6 meses de idade. Assim como acontece em outras doenças imunopreveniveis como sarampo e rubéola, pessoas vacinadas previamente podem ter a IgM ausente ou detectada por curto período de tempo no caso de doença aguda. Testes sorológicos não podem diferenciar se a presença de anticorpos é decorrente de vacinação ou exposição prévia à caxumba, e o nível de anticorpos IgG necessários para proteção contra a infecção não é conhecido. 

 

Material


Sangue

 

Instruções


- Jejum obrigatório de 8 horas.

 




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Utilidade


Coxsackieviruses A e B são enterovírus não-polio associados a um amplo espectro de manifestações clínicas que incluem meningite asséptica, encefalite, pneumonia, miocardite, pleurodinia, exantema e infecção sistêmica generalizada (Coxsackie B) e encefalite, síndrome mão-pé-boca, herpangina, infecção sistêmica generalizada (Coxsackie A). Cerca de 90% das infecções são assintomáticas ou se apresentam como quadro febril inespecífico. Podem acometer pacientes de todas as faixas etárias, embora a grande maioria das infecções seja adquirida na infância.
Este kit utiliza antígenos recombinantes derivados de epítopos conservados específicos das proteínas VP1 dos vírus Coxsackie B1, B3 e B5, desta forma detectando infecções causadas por vírus Coxsackie de outros sorotipos. O diagnóstico diferencial presuntivo entre infecção causada pelos vírus A ou B deve ser feito com base nas manifestações clínicas do paciente.
O valor de referência foi estabelecido com o objetivo de detectar preferencialmente níveis de anticorpos IgG associados à infecção recente. Portanto, anticorpos IgG anti-Coxsakie não são detectados na maioria dos indivíduos com infecção pregressa pelo vírus.
Um resultado reagente de IgM e IgG na mesma amostra ou a demonstração de soroconversão\/aumento de concentração de anticorpos IgG em amostras de soro coletadas em intervalo de 14 dias, são evidência de infecção aguda ou recente por Coxsackie.
Em raros casos resultado reagente para IgM e não reagente para IgG poderá ser observado. O diagnóstico definitivo requer avaliação do quadro clínico e a repetição do exame em outra amostra.
São descritas reações cruzadas entre os enterovírus e vírus da hepatite A, vírus de Epstein-Barr (EBV), citomegalovírus (CMV), rinovírus e Mycoplasma.

 

Material


Soro

 

Instruções

 

Utilidade


Cicloexanol é um álcool secundário. Utiliza-se a concentração de ciclohexanol na urina como teste de exposição na saúde ocupacional. Empregado como Indicador biológico de exposição ao Ciclohexanol.

 

Material


Urina Isolada

 

Instruções


- Coletar a amostra do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição.


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Utilidade

 

A infecção por Campylobacter é uma importante causa de diarreia aguda em todo o mundo; o organismo também pode produzir doença sistêmica. A enterite por Campylobacter é tipicamente causada por Campylobacter jejuni ou Campylobacter coli.
Os ensaios imunoenzimáticos são indicados para a diferenciação de infecções agudas e passadas em casos de doenças gastrointestinais ou artrite reativa. A quantificação da atividade dos anticorpos permite o monitoramento do estágio da doença e controle do tratamento.

Material


Soro

 

Instruções


Jejum não obrigatório.

Finalidade


Infecção por Cryptosporidium em humanos é causa de diarréia em imunocompetentes e imunodeprimidos. Entretanto a infecção é mais severa e crônica nos indivíduos imunodeprimidos. Pode ainda ser um dos causadores de colangiopatia em pacientes com AIDS, que manifesta- se com febre, dor no hipocôndrio direito e colestase.  

 

Material


Fezes

 

Instruções


- A coleta deve ser feita apenas em periodos de diarréia.
- Idealmente as fezes deverão ser coletadas a cada 3 dias .

- Sugere-se a coleta de 3 amostras ou conforme orientação médica.



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Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

As desmogleínas 1 e 3, são moléculas de adesão celular, relacionadas à doença autoimune denominada Pênfigo, na qual elas são acometidas por autoanticorpos. A doença caracteriza-se pela presença de lesões em formato de bolhas. Na pele a desmogleína 1 é predominante e causadora do Pênfigo foliáceo, enquanto, em mucosas o mais comum é a desmogleína 3 causando o Pênfigo vulgar.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Finalidade


Teste útil na avaliação das imunodeficiências congênitas de linfócitos B (gamaglobulinemias congênitas) ou combinadas (deficiência de imunidade humoral e celular).


Material

 


Sangue 


Instruções

 


- Jejum não obrigatório.

- Exame coletado somente na central de segunda a quinta feira até as 13:30.
- Não coletamos em feriados e véspera de feriado



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Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc). A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia. A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos.
Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos. Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

- Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Finalidade

 

O termo Vitamina D diz respeito a suas duas formas: vitamina D2 ou ergocalciferol e vitamina D3 ou colecalciferol. A radiação solar UVB é a fonte primária de vitamina D3 para a maioria das pessoas. Como poucas substâncias apresentam naturalmente um conteúdo considerável de vitamina D, ela é obtida da dieta principalmente por alimentos fortificados e suplementos orais.  A vitamina D sintetizada na pele ou ingerida é transportada até o fígado por sua proteína ligadora (VDBP), onde é convertida a 25-hidroxivitamina D pela enzima 25-hidroxilase. Uma hidroxilação adicional ocorre nos rins e resulta na forma biologicamente ativa: a 1,25-dihidroxivitamina D, que age aumentando a eficiência da absorção intestinal de cálcio e fósforo, mobilizando cálcio e fósforo dos ossos, e diminuindo a síntese e secreção de Paratormônio (PTH). O estoque nutricional de vitamina D no organismo é avaliado pela dosagem de 25-hidroxivitamina D, o metabólito mais estável e abundante, com meia-vida de cerca de três semanas. Esse teste está indicado em situações relacionadas a maior risco de hipovitaminose D, como má-absorção intestinal; obesidade; doenças hepáticas ou renais; hiperparatireoidismo primário; doenças granulomatosas; uso de medicamentos que afetam o metabolismo da vitamina D, como anticonvulsivantes, glicocorticoides e antirretrovirais; e idade avançada, especialmente quando há história de queda ou fraturas não-traumáticas; e em caso de sinais ou sintomas de raquitismo em crianças e osteomalácia em adultos. A probabilidade de hipovitaminose D também é maior em pacientes com dor óssea, osteoporose, e naqueles que apresentam achados laboratoriais ou radiológicos sugestivos, como elevação de PTH, fosfatase alcalina total ou óssea, níveis séricos baixos de fósforo ou cálcio, e diminuição da densidade mineral óssea. Valores diminuídos também estão associados a ingestão insuficiente de vitamina D e baixa exposição a luz solar. Valores aumentados estão relacionados à intoxicação por vitamina D.


Material

 


Sangue


Instruções

 


- Jejum não obrigatório, exceto para pacientes portadores de hipertrigliceridemia (níveis superiores a 500 mg/dL) que é recomendado jejum de 12h.
- A coleta deve ser realizada no período da manhã, até as 11:30 horas.



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Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Nome cientifico: Dermatophagoides microceras
Nome popular: Dermatofagoides microceras

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxilio do diagnóstico de alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia.
A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos. Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos.
Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia.
A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos. Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos.
Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Palavras Chave: Acaro de estocagem

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.