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Exames e Serviços

Confira abaixo os exames realizados pelo Instituto de Biomedicina do ABC

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Utilidade


Brucelose é uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos
intracelulares. O diagnostico sorológico pode ser obtido pela
soroaglutinação ou por imunoensaio. O teste de aglutinação em tubo (SAT), também denominado Prova Lenta ou Teste de Wright, ainda é o padrão ouro para detecção de aglutininas brucélicas. Este teste identifica anticorpos aglutinantes das classes IgM, IgG e IgA. Considera-se títulos iguais ou maiores 1:600 como evidencia significativa de infecção ativa. Em qualquer população, a ocorrência de um aumento de quatro vezes nos títulos, em um intervalo de 2 a 4 semanas, é indicativo de infecção
ativa. O achado de títulos mais baixos não são incomuns nos quadros crônicos. Resultados falso-negativos são raros e podem resultar de fenômeno prozona ou da presença de anticorpos bloqueadores. Resultados falso-positivos na SAT também são incomuns, mas podem decorrer da presença de fator reumatóide e reações cruzadas com anticorpos contra Francisella Tularensis, Escherichia coli, Vibrio cholerae e Yersinia enterocolitica.
O imunoensaio enzimático permite detecção de anticorpos IgM e IgG,
na brucelose, podendo ser usado para diagnostico e seguimento do
paciente. Apresenta sensibilidade e reprodutibilidade superior à
soroaglutinação. A IgG persiste por anos após a infecção. Aumento de IgG, em amostras pareadas, em pacientes sintomáticos sugere infecção recente. A IgM pode ser encontrado em 30% dos pacientes crônicos.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum obrigatório de 8 horas.
- Intervalo entre mamadas para lactentes.

Utilidade


O 1,3-Butadieno (butadieno, BD) é um importante produto na indústria petroquímica. É utilizado na fabricação de borrachas usadas na produção de pneus de carros e caminhões. Polímeros de butadieno são também utilizados numa variedade de outras aplicações industriais, incluindo a produção e síntese de certos produtos de látex, resinas e borracha nitrílica. O 1,2 dihidroxi-4-(N-acetilcisteinil) butano é um metabólito do butadieno pesquisado na urina e utilizado para avaliação de sua exposição ocupacional.

 

Material


Urina (Frasco de Tampa Cristal)

 

Instruções


- Coletar urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição.

Utilidade


O CA15-3 é um marcador tumoral utilizado para auxiliar na detecção do câncer de mama. Estudos indicam que a elevação do CA15-3 varia de acordo com o estadiamento da paciente. A sensibilidade varia de acordo com a massa tumoral e o estadiamento clínico, sendo de 88% a 96% na doença disseminada. Apenas 23% dos casos apresentam aumento deste marcador na fase inicial. Aumento superior a 25% na concentração do CA15-3 correlaciona-se com a progressão da doença em 80% a 90% dos casos, e a diminuição em sua concentração está associada à regressão em 70% a 80%. Níveis séricos muito elevados estão associados à pior sobrevida. O CA15-3 é utilizado para diagnóstico precoce de recidiva, precedendo os sinais clínicos em até 13 meses.
Níveis elevados de CA15-3 foram observados também, em várias outras neoplasias, como câncer de ovário, pulmão, colo uterino, hepatocarcinoma e linfomas. E observados também em várias outras doenças, como hepatite crônica, tuberculose, sarcoidose e lúpus eritematoso sistêmico.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) devem aguardar no mínimo 8 horas após a última administração de biotina para coletar o exame.

 

Utilidade

 


O cortisol e secretado pelo córtex da adrenal em feedback com o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). É essencial para o metabolismo e funções imunologicas. Sua concentração encontra-se elevadas nos casos de Síndrome de Cushing e stress. Apresenta-se reduzido na doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produção deficiente de ACTH). Dosagens basais e após supressão por dexametasona possuem utilidade diagnóstica. As concentrações plasmáticas de cortisol são influenciadas pelo CBG (Proteína carreadora do cortisol).


Material

 


Soro


Instruções

 


- Informar no momento do cadastro medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes), dia, hora da ultima dose. Se mulher, informar uso de anticoncepcional.
- O paciente deve chegar na unidade com no minimo 10 minutos de antecedência para a coleta acontecer as 16:00.
- Jejum não obrigatório.

 

Utilidade


O CA19-9 é indicado no auxílio ao estadiamento e monitoramento no tratamento em primeira escolha de câncer de pâncreas e trato biliar e, em segunda escolha no câncer colo retal. É obtida maior sensibilidade diagnóstica quando um teste para CA 19-9 é combinado com análise de imagem, como ultrassonografia ou tomografia. Essa combinação é útil na obtenção de diagnóstico em pacientes suspeitos de câncer de pâncreas que tiveram resultado negativo ou indeterminado em estudos de imagem. Em menor frequência, positiva-se também no câncer de mama, pulmão, cabeça e pescoço. Algumas doenças como cirrose hepática, pancreatite, doença inflamatória intestinal e doenças auto imunes podem elevar o níveis sanguíneos de CA19-9.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) devem aguardar no mínimo 8 horas após a última administração de biotina para coletar o exame.

Utilidade


O C1q é uma das subunidades do primeiro componente do complemento C1. Níveis séricos de C1q estão diminuídos na doença de imunocomplexos, lupus eritematoso sistêmico (LES) e meningites. É útil no diagnóstico de deficiências hereditárias e monitoração de tratamento do LES.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum obrigatório de 8 horas.

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alergeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos de insetos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
Os IgEs múltiplos são testes de triagem para a pesquisa de anticorpos contra painéis (mix) de diferentes alergenos. São indicados principalmente para a exclusão de alergia em pacientes com baixa a moderada probabilidade pré-teste da doença, ou quando não é possível identificar um alergeno desencadeante específico pela história clínica. O painel de IgE múltiplo deve ser selecionado com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
Uma vez detectados anticorpos IgEs no teste múltiplo, está indicada a solicitação dos testes específicos isolados que compõem o painel. A solicitação indiscriminada de testes IgEs múltiplos está associada com muitos resultados falsos-positivos, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática.

Material:

- Sangue

Instruções:

Jejum não obrigatório

Utilidade

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alergeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia.
A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alergenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alergenos. Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos.
Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alergeno no extrato.

Material


Soro

Instruções


- Jejum não obrigatório.

 

Utilidade

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia. A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos.
Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos. Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório

 

 

Utilidade:

As reações de hipersensibilidade a medicamentos (fármacos) são comuns na prática clínica. O diagnóstico é acaba sendo complexo, principalmente em pacientes que fazem uso de vários medicamentos. Um indivíduo com predisposição à alergia e que tenha contato com uma substância estranha pode ser sensibilizar a ela. Em uma outra exposição à substância ele poderá apresentar desde alterações de pele leves até alterações da pressão e da respiração. A anestesia é um procedimento extremamente comum e necessário na área médica. Há o risco, porém, de uma complicação crítica: a anafilaxia. Trata-se de uma reação alérgica que ocorre minutos após a aplicação de medicamentos ou até horas depois. Caso se agrave, pode ser fatal História de familiares com alergia a anestésicos também aumenta a chance do paciente ter alergia ao anestésico, devendo ser informado ao médico e investigado adequadamente.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.
 

Material:

Sangue

Instruções:

Jejum não obrigatório

Utilidade:

As reações de hipersensibilidade a medicamentos (fármacos) são comuns na prática clínica. O diagnóstico é acaba sendo complexo, principalmente em pacientes que fazem uso de vários medicamentos. Um indivíduo com predisposição à alergia e que tenha contato com uma substância estranha pode ser sensibilizar a ela. Em uma outra exposição à substância ele poderá apresentar desde alterações de pele leves até alterações da pressão e da respiração. A anestesia é um procedimento extremamente comum e necessário na área médica. Há o risco, porém, de uma complicação crítica: a anafilaxia. Trata-se de uma reação alérgica que ocorre minutos após a aplicação de medicamentos ou até horas depois. Caso se agrave, pode ser fatal História de familiares com alergia a anestésicos também aumenta a chance do paciente ter alergia ao anestésico, devendo ser informado ao médico e investigado adequadamente.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares

Material:

Sangue

Instruções:

Jejum não obrigatório

Utilidade:

As reações de hipersensibilidade a medicamentos (fármacos) são comuns na prática clínica. O diagnóstico é acaba sendo complexo, principalmente em pacientes que fazem uso de vários medicamentos. Um indivíduo com predisposição à alergia e que tenha contato com uma substância estranha pode ser sensibilizar a ela. Em uma outra exposição à substância ele poderá apresentar desde alterações de pele leves até alterações da pressão e da respiração. A anestesia é um procedimento extremamente comum e necessário na área médica. Há o risco, porém, de uma complicação crítica: a anafilaxia. Trata-se de uma reação alérgica que ocorre minutos após a aplicação de medicamentos ou até horas depois. Caso se agrave, pode ser fatal História de familiares com alergia a anestésicos também aumenta a chance do paciente ter alergia ao anestésico, devendo ser informado ao médico e investigado adequadamente.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.
 

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Utilidade

 


A epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina) e a dopamina são catecolaminas sintetizadas na medula adrenal, cérebro e sistema nervoso simpático. São importantes neurotransmissores e hormônios circulantes, controladoras do sistema nervoso central e
autônomo. São responsáveis pelas funções de uma variedade de sistemas, como por exemplo, regulação da resposta ao stress, atividade psicomotora, processo emocional, sono e memória. Seu maior uso clínico é no diagnóstico do feocromocitoma, que se origina em 90% dos casos na supra-renal. Esses tumores são causa de hipertensão severa de difícil
controle, sendo, em 10% dos casos, malignos. Catecolaminas são compostos lábeis, sendo sua determinação influenciada por uma série de variáveis pré- analíticas com dieta e drogas. Catecolaminas elevadas também são encontradas no trauma, pós-operatórios, frio, ansiedade, suspensão de clonidina e doenças graves intercorrentes.


Material

 


Urina 24 horas


Instruções

- O paciente deverá permanecer 24 horas antes e durante a coleta sem ingerir alimentos como: café, refrigerantes com cola e fumo, umas vez que estes interferem no resultado.

Ao acordar pela manhã depois da dieta esvaziar a bexiga por inteiro, iniciar a coleta a partir da 2ª micção do dia, coletar todo o volume e todas as urinas rigorosamente no frasco fornecido pelo laboratório, finalizar a coleta com a primeira micção do dia seguinte, completando assim o ciclo de 24 horas.

Manter o frasco refrigerado durante o período da coleta, longe do congelador.

Frasco para coleta:

Fornecido pelo laboratório, ou utilizar recipiente de água mineral sem gás e sem uso, a fim de evitar contaminações.

Não serão recebidas coletas realizadas em outros recipientes.


- O cliente deverá manter sua rotina diária evitando fazer esforço físico durante a coleta.
- Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
- Informar no momento do cadastro horário inicial e final da coleta, peso, medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da última dose.
- Caso o cliente faça uso contínuo de algum dos medicamentos abaixo, deve entrar em contato com o médico assistente para avaliar a suspensão do mesmo. A suspensão, assim como o seu período, fica exclusivamente a critério do médico.

- Podem promover aumento de catecolaminas:
. alfa- bloqueadores (fentolamina, fenoxibenzamina e prazosin);
. antidepressivos (amitriptilina, amoxapina, desipramina, imipramina e nortriptilina);
. antihistamínicos (difenilhidramina, clorfeniramina e prometazina);
. antipsicóticos (clorpromazina, clozapina, ferfenazina);
. beta- bloqueadores (atenolol, labetolol, metoprolol, nadolol, findolol, propranolol, timolol);
. antagonistas dos canais de cálcio (fenodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil);
. drogas catecolamina-like (L-dopa, epinefrina, norepinefrina, dopamina, metildopa);
. diuréticos (hidrocloroatiazida, furosemida);
. inibidores da monoaminoxidase (fenelzine);
. estimulantes (cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina);
. simpaticomiméticos (albuterol, anfetaminas, efedrina, isoproterenol, metaproterenol, pseudoefedrina e terbulina);
. vasodilatadores (diazóxido, hidralazina, isossorbida, minoxidil, nitroglicerina e outros nitratos e nitritos);
. outros (cocaína, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona, fentazocina, proclorperazina e TRH).

- Podem promover diminuição de catecolaminas:
. anti-hipertensivos (captopril, clonidina, guanabenz, guanetidina, guanfacina, reserpina);
. antipsicóticos (haloperidol);
. agonista dopaminérgico (bromocriptina);
. outros (dissulfiram, metirosina, octreotida).

Utilidade


O CA 125 é marcador mais conhecido e utilizado na condução clínica de pacientes com tumores epiteliais de ovário. Este marcador tem sido estudado para o rastreamento de mulheres assintomáticas, no diagnóstico diferencial de mulheres com massas pélvicas, no monitoramento de resposta ao tratamento adjuvante e na detecção precoce de recorrência do tumor após tratamento. A sensibilidade para o diagnóstico de câncer de ovário é de 80% a 85% no tipo epitelial, variando de acordo com o estadiamento.
Outras neoplasias também podem apresentar elevação do Ca-125, entre eles os originários no endométrio, trompas, pulmões, mama e trato gastrointestinal. Em mulheres normais, as concentrações plasmáticas do Ca-125 estão um pouco mais elevadas na ovulação e significativamente mais elevadas durante a menstruação. Podem ocorrer ligeiros aumentos deste marcador no início da gravidez e em várias doenças benignas, como pancreatite aguda e crônica, doenças gastrointestinais benignas, insuficiência renal e doenças autoimunes.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum aconselhável de 4 horas.
- Pacientes em tratamento com doses elevadas de biotina (i.e. Superior a 5 mg/dia) devem aguardar no mínimo 8 horas após a última administração de biotina para coletar o exame.

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática.
Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia.
A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos.
Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos.
Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

- Soro

Instruções:

Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Diclofenaco de sodio

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

As reações de hipersensibilidade a medicamentos (fármacos) são comuns na prática clínica. O diagnóstico é acaba sendo complexo, principalmente em pacientes que fazem uso de vários medicamentos.
A presença de anticorpos IgE específicos a um fármaco com uma história clínica compatível, possui um importante valor preditivo. Esta abordagem, porém tem valor limitado quando aplicado à maioria das drogas, pois reações a medicamentos podem se apresentar como urticária, angioedema, broncoespasmo, etc., sem ter a participação de IgE.
Desta forma, a interpretação dos resultados precisa ser criteriosa. Um teste  negativo não exclui a alergia, assim como um  resultado positivo demonstra a sensibilização, mas nem sempre indica a doença alérgica.
Nas alergia a drogas pode se observar um resultado negativo em pacientes que são hipersensíveis nas seguintes condições:
-Sintomas mediados sem o envolvimento de IgE;
-Amostra coletada menos de 2 semanas depois da reação alérgica. O teste deve ser repetido  2 semanas após, para confirmar o resultado;
-A amostra foi coletada muito tempo depois de ter ocorrido a última reação alérgica. Verificou-se que a concentração de IgE diminui ao longo do tempo.
 

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum desejável de 4 horas.

Utilidade:

As reações de hipersensibilidade a medicamentos (fármacos) são comuns na prática clínica. O diagnóstico é acaba sendo complexo, principalmente em pacientes que fazem uso de vários medicamentos.
A presença de anticorpos IgE específicos a um fármaco com uma história clínica compatível, possui um importante valor preditivo. Esta abordagem, porém tem valor limitado quando aplicado à maioria das drogas, pois reações a medicamentos podem se apresentar como urticária, angioedema, broncoespasmo, etc., sem ter a participação de IgE.
Desta forma, a interpretação dos resultados precisa ser criteriosa. Um teste  negativo não exclui a alergia, assim como um  resultado positivo demonstra a sensibilização, mas nem sempre indica a doença alérgica.
Nas alergia a drogas pode se observar um resultado negativo em pacientes que são hipersensíveis nas seguintes condições:
-Sintomas mediados sem o envolvimento de IgE;
-Amostra coletada menos de 2 semanas depois da reação alérgica. O teste deve ser repetido  2 semanas após, para confirmar o resultado;
-A amostra foi coletada muito tempo depois de ter ocorrido a última reação alérgica. Verificou-se que a concentração de IgE diminui ao longo do tempo.
 A interpretação de IGE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IGE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui.
 

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

As reações de hipersensibilidade a medicamentos (fármacos) são comuns na prática clínica. O diagnóstico é acaba sendo complexo, principalmente em pacientes que fazem uso de vários medicamentos. Um indivíduo com predisposição à alergia e que tenha contato com uma substância estranha pode ser sensibilizar a ela. Em uma outra exposição à substância ele poderá apresentar desde alterações de pele leves até alterações da pressão e da respiração. A anestesia é um procedimento extremamente comum e necessário na área médica. Há o risco, porém, de uma complicação crítica: a anafilaxia. Trata-se de uma reação alérgica que ocorre minutos após a aplicação de medicamentos ou até horas depois. Caso se agrave, pode ser fatal História de familiares com alergia a anestésicos também aumenta a chance do paciente ter alergia ao anestésico, devendo ser informado ao médico e investigado adequadamente.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.
 

Material:

Sangue

Instruções:

Jejum aconselhável de 4 horas

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia. A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos.
Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos. Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório.

UTILIDADE

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alergeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral.
O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc).
A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia.
A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alergenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alergenos. Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos.
Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alergeno no extrato.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral. 

O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc). 

A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia. A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos. 

Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos. Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório

Utilidade:

A alergia ao leite de vaca e a intolerância à lactose são duas formas distintas de intolerância alimentar, com sintomas semelhantes em alguns casos.
A alergia ao leite é uma reação de hipersensibilidade mediada por IgE às proteínas do leite (alfa lactoalbumina, beta lactoglobulina e caseína), enquanto a intolerância à Lactose é a incapacidade de digerir o açucar do leite devido à deficiência da enzima lactase. Para melhor clareza nos laudos, mediante à solicitação de "IgE específica para Lactose" serão realizados os IgEs específicos para as principais proteínas do leite capazes de induzir alergia: alfa lactoalbumina (F76), beta lactoglobumina (F77) e caseína (F78).

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório.

Utilidade:

A dosagem de anticorpos IgE específicos é utilizada para a identificação do alérgeno responsável pelas síndromes clínicas mediadas por IgE, tais como alergia alimentar, alergia a venenos, anafilaxia, asma, conjuntivite, rinite e síndrome de alergia oral. 

O(s) tipo(s) de IgE deve(m) ser selecionado(s) com base no modo de exposição (inalação, ingestão de alimentos ou drogas, picada de insetos), tipo de sintomas (respiratórios, gastrointestinais, cutâneos, sistêmicos) e possível alérgeno envolvido (poeira, pelo de gato, leite, pólen, veneno de vespa, etc). A solicitação indiscriminada de testes IgEs específicos está associada com muitos resultados positivos sem correlação com o quadro clínico, visto que a prevalência de sensibilização na população geral é maior que a prevalência de doença sintomática. Portanto, IgE específico pode ser detectado em indivíduos assintomáticos quando o exame é solicitado na ausência de sintomas compatíveis com alergia. 

A presença de anticorpos dirigidos contra determinantes antigênicos comuns a vários alérgenos, como tropomiosina, pode resultar na detecção de anticorpos IgE específicos para múltiplos alérgenos. Nestes casos, está indicada a pesquisa de IgE específico dirigido a componentes alergênicos. Eventualmente, o resultado de um IgE específico pode ser indetectável na presença convincente de manifestação alérgica, seja porque o paciente apresenta níveis de IgE abaixo da sensibilidade analítica do ensaio, ou devido à baixa concentração do alérgeno no extrato.

Material:

Sangue

Instruções:

- Jejum não obrigatório