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Exames e Serviços

Confira abaixo os exames realizados pelo Instituto de Biomedicina do ABC

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Finalidade


O estriol é um hormônio esteróide estrogênico menos potente que o estradiol. Durante a gravidez normal é produzido pela placenta a partir de precursores produzidos pela adrenal fetal. Aumenta durante a gestação normal constituindo um parâmetro de avaliação da função e integridade da unidade feto-placentária. Sua determinação está indicada no acompanhamento da gestação de alto risco. 

 

 

Material


Sangue


Instruções


- Jejum não obrigatório.
- Gestantes informar mês de gestação no momento do cadastro.
- Informar no momento do cadastro medicamentos em uso.

- A coleta deve ser realizada no período da manhã, até as 11:30 horas.



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Utilidade:

O estireno é um hidrocarboneto aromático não saturado. À temperatura ambiente é líquido oleoso incolor, que polimeriza com facilidade à temperatura ambiente na presença do oxigênio. É um composto bastante volátil e possui um cheiro adocicado, que, a concentrações elevadas, torna-se bastante desagradável. O ácido mandélico é o principal indicador biológico da exposição ocupacional ao estireno, que ocorre durante a produção de polímeros plásticos, como poliestireno, resinas , borracha sintética e produtos de fibra de vidro. O estireno é absorvido em cerca de 98% pela via pulmonar e em 2% pela pele.O esforço físico durante a exposição favorece a absorção. Menos de 3% do estireno é excretado na forma inalterada, 85%, na forma de ácido mandélico na urina e o restante, na forma de ácido fenilglioxílico na urina. 

Material:

Urina final da jornada de trabalho

Instruções:

Coletar em frasco apropriado a urina do final do último dia da jornada de trabalho, ou após o período de exposição. Manter amostra refrigerada desde o momento da coleta.

Volume mínimo: 10mL

 

Utilidade:

O estradiol é um estrogênio natural que regula a função reprodutiva em mulheres e, com a progesterona, mantém a gravidez. Em mulheres não grávidas, o estradiol é segregado pelo ovário e pelo corpo lúteo. Acredita-se também que as glândulas suprarrenais e os testículos (nos homens) segregam quantidades mínimas de estradiol. Os níveis de estradiol são mínimos durante a menstruação e no início da fase folicular, aumentando no final da fase folicular até atingir o nível máximo logo antes do  pico do hLH (hormônio luteinizante humano), dando início à ovulação. Quando a hLH atinge o nível máximo, os níveis de estradiol diminuem antes de aumentar em novamente na fase lútea. O crescimento endométrico é estimulado pelo estradiol e pela progesterona (segregada pelo corpo lúteo) na preparação para a implantação de um óvulo fecundado. Se não ocorrer a concepção, a secreção do estradiol e da progesterona pelo corpo lúteo diminui, dando início à menstruação. Os níveis de estradiol são usados para monitorar o estado ovulatório.
A dosagem de estradiol por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas apresenta uma sensibilidade maior (detecção a partir de 2 pg/mL) quando comparada a outras metodologias.

 

Material:

Soro - Tubo sem gel separador 

 

Instruções: 

Jejum não obrigatório.

Utilidade

 


Sua presença ajuda na confirmação da nefrite intersticial, cistite
eosinofílica e ateroembolia renal (Síndrome de êmbolo de colesterol). Neutrófilos: processo infeccioso ou inflamatório das vias urinárias ou de regiões próximas antagonicamente.


Material

 


Urina


Instruções

 


- Coletar a urina no laboratório.
- Exame realizado na central de segunda a sexta até as 13:30.

 

Utilidade:

A síndrome de Williams (SW) é caracterizada pela doença cardiovascular (artropatia elastina, estenose pulmonar periférica, estenose aórtica supravalvular, hipertensão), fácies distintiva, alterações do tecido conectivo, retardo mental (geralmente leve), um perfil cognitivo específico, características de personalidade única, anomalias no crescimento e alterações endócrinas (hipercalcemia, hipercalciúria, hipotireoidismo e puberdade precoce). Dificuldades na alimentação frequentemente levam a problemas de desenvolvimento na infância. A hipotonia e hiperextensão das articulações podem resultar em retardo no desenvolvimento motor. A base para o diagnóstico é a detecção de deleções de genes contíguos na região crítica da síndrome de Williams-Beuren, que abrange a elastina
(ELN). Mais de 99 % das pessoas com diagnóstico clínico de WS tem esta deleção, que pode ser detectada mediante análise específica da mutação.

Sinonimos: Síndrome de Williams Beuren, Estenose aórtica supravalvar, Diagnostico molecular da síndrome de Williams Beuren, Deleção Síndrome de Williams-Beuren, Deleção 7q11, Gene ELN, MLPA 7q11

Material:

- Sangue total em EDTA

Instruções:

- Jejum não obrigatório.

 

Finalidade

 

A maior parte do etanol é metabolizada no fígado, principalmente por ação da enzima álcool-desidrogenase. Quando há consumo crônico de álcool, ocorre indução enzimática, sendo as taxas de metabolismo mais altas. A farmacocinética do álcool é complexa e depende também de outros fatores genéticos e ambientais, como a quantidade e o tipo de bebida ingerida, a presença de alimentos no estômago, o fluxo sanguíneo hepático, idade e sexo, além da atividade enzimática. Esses fatores podem ser responsáveis pelas diferenças observadas na eliminação do etanol que, em geral, varia de 10 a 25 mg/dL/hora. A excreção do etanol inalterado através do suor, respiração e urina, corresponde a 2 a 5% do total. Deve-se ressaltar que o etanol é rapidamente eliminado do organismo, sendo a detecção de sua presença no sangue, urina ou ar expirado útil apenas para a investigação do consumo recente de álcool, ou seja, nas poucas horas que antecedem a coleta. O tempo de detecção do etanol na urina é de 6 a 12 horas. É importante ressaltar que para investigação de consumo prévio de álcool, a dosagem em sangue total, soro ou plasma é considerada a referência para avaliar as concentrações de etanol. A dosagem na urina é uma alternativa adotada pela maior praticidade, mas os valores não podem ser diretamente relacionados aos níveis sanguíneos. Como a urina é armazenada na bexiga antes de ser eliminada, a concentração de etanol pode ser subestimada ou superestimada. A concentração dosada estará abaixo do esperado quando a urina produzida após o consumo de álcool for diluída pela urina previamente formada e isenta de etanol na bexiga. Por outro lado, quando o indivíduo já atingiu a fase pós-absortiva e não houve esvaziamento completo da bexiga, a urina recém-formada pode contaminar-se com a urina já presente na mesma, que contém maior concentração de etanol, sendo o resultado da dosagem urinária alterada mesmo com a concentração sanguínea já normalizada. O exame , quando realizado na urina, é útil para avaliar-se a exposição ao etanol, mas não possui valor forense. Para essa finalidade, recomenda-se a dosagem do etanol no sangue. Embora a maior fonte de exposição ao etanol seja a ingestão de bebidas alcoólicas, outras fontes não devem ser ignoradas. O etanol é muito usado como solvente, reagente e produto intermediário na indústria. Neste cenário, ele pode ser utilizado como anticongelante, combustível, solvente de tintas e na fabricação de plásticos e borracha sintética. Uma importante via de exposição ocupacional é a inalatória. O etanol também é utilizado como componente de produtos domésticos e de uso pessoal. Adicionalmente, há um nível naturalmente presente no organismo devido ao metabolismo da flora intestinal e microrganismos eventualmente presentes na urina também são capazes de produzir etanol pela conversão metabólica da glicose ou de outros substratos endógenos. Na fase pré-analítica, também é importante estar atento à possibilidade de interferentes e recomenda-se que a assepsia não seja realizada com produtos que contenham álcool etílico. 


Material

 


Urina 


Instruções

 

- Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última miccção. 
- Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.
- Bebida alcoólica altera o resultado do exame.
- Não utilizar antisséptico à base de álcool para a antissepsia durante a coleta, pois pode interferir no resultado do exame.


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Utilidade


O 17-beta estradiol é o estrogênio mais ativo e importante na mulher
em idade reprodutiva. Na mulher encontra-se em níveis baixos no
hipogonadismo primário e secundário. O estradiol é medido para estudo
dos casos de amenorréia e como guia para monitorização do
desenvolvimento folicular durante indução da ovulação. Estradiol é
também produzido pelas glândulas adrenais, testÍculos e pela conversão periférica da testostrona. Pode-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos, tumores femininizantes adrenais, puberdade precoce feminina, doença hepática, gravidez e ginecomastia masculina. Em mulheres menopausadas, a estrona, mais do que o estradiol, é o estrogênio circulante predominante.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.
- Informar no momento do cadastro a data da última menstruação e uso de medicamentos.
- Para mulheres: a coleta do sangue deve preferencialmente ser realizada entre o 2º e o 5º dia do ciclo menstrual, ou conforme orientação médica.
- Pacientes que estejam em uso de suplementação de biotina devem suspender o uso pelo menos 48h antes da coleta. Tempos superiores a esse podem ser necessários, dependendo da dose da suplementação, características clínicas do paciente e suscetibilidade do ensaio. Seguir orientação médica.

- A coleta deve ser realizada no período da manhã, até as 11:30 horas.

Utilidade:

O estanho é um elemento natural na crosta terrestre, amplamente utilizado na indústria pelo baixo ponto de fusão, formação de ligas, resistência à corrosão e oxidação. A exposição ao metal e seus componentes pode produzir diversos efeitos nos sistemas neuro, hemato e imunológicos, além de danos ao fígado e rins, entre outros.

Material:

Urina amostra isolada

Instruções:

Coletar em frasco apropriado a amostra no início do primeiro dia da semana da jornada de trabalho, ou antes do período de exposição.

Finalidade

 


A estrona é mais potente que o estriol porém menos potente que o estradiol. É o principal estrogênio circulante após a menopausa. A maior parte da E1 está conjugada sob a forma de sulfato. A estrona é muito utilizada para avaliação do hipogonadismo, avaliação de puberdade precoce (completa ou parcial) e para diagnóstico de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposição hormonal na menopausa, em alguns casos.


Material

 


Sangue


Instruções

 


- Jejum não obrigatório.
- Informar no momento do cadastro medicamentos em uso.
- A coleta deve ser realizada no período da manhã, até as 11:30 horas.



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Utilidade:

A etossuximida (Zarontin®) é utilizada para o tratamento de epilepsia com crises de ausência. Os efeitos tóxicos ocorrem com níveis séricos acima de 100 microgramas/mL e se assemelham aos da intoxicação por barbitúricos, ou seja, depressão do sistema nervoso central com depressão respiratória, náusea e vômito.

 

Material:

Sangue

 

Instrições:

  • Jejum não necessário.

  • Informar no momento da coleta uso de medicamentos e horário da última dose.

 

 

Utilidade


O everolimus, também conhecido pelo nome comercial Certican®, é um imunossupressor indicado para a profilaxia da rejeição após transplante de órgãos sólidos, especialmente de rim e coração. Em geral, é utilizado em associação com a ciclosporina ou o tacrolimus (ou FK506). Sua dosagem é útil pra monitorização terapêutica dos indivíduos que fazem uso dessa medicação.

 

Material


Sangue total em EDTA

 

Instruções


- Jejum obrigatório de 3 horas.
- O paciente deve manter o horário habitual de tomada do medicamento e fazer o exame até uma hora antes deste horário, a não ser que existam outras orientações do médico assistente.
- Em caso de suspeita de intoxicação, a amostra pode ser colhida em qualquer horário e sem jejum.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.
EX1 = Caspa/epitélio de gato, caspa de cavalo, caspa de vaca, caspa de cão.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxilio do diagnóstico de alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.
EX2 = Epitélio/caspa de gato, caspa de cão, epitélio de cobaia, proteínas séricas e urinárias de rato e camundongo.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

EX70: Epitelio de cobaia (E6), epitelio de coelho (E82), epitelio de hamster (E84), epitelio, proteinas sericas e proteinas urinarias de camundongo (E88)

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.
EX71 = Penas (de ganso, de galinha, de pato, de peru).

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Ex72 - Penas: Periquito australiano (E78), canario (E201), papagaio (E213), tentilhao (E214), Parakeet (E196)

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Finalidade

 


Diagnóstico de doença autossômica recessiva, onde o quadro clínico pode ser muito grave, com ocorrências precoces de hemorragias inter cerebrais ou hemartroses recorrentes. Em quadros de deficiência adquirida as causas podem ser determinadas por insuficiência hepática, anticorpos contra o fator VII em pacientes com doenças autoimunes, neoplasias e anticoagulação oral.
 


Material

 


Sangue


Instruções

 


- Jejum obrigatório de 8 horas.



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Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Nome cientifico: Sesamum indicum
Nome popular: Gergelim

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Avaliação da deficiência do fator XII. Doença rara de herança autossômica recessiva. Deficiência associada a distúrbios tromboembólicos.

 

Material


Plasma Citratado

 

Instruções


- Jejum aconselhável de 4 horas.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

 

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Nome cientifico: Phaseolus vulgaris
Nome popular: feijao

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Nome cientifico: Corylus avellana.

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.

Utilidade


Os testes para quantificação de IgE específica tem por finalidade
identificar o(s) alérgeno(s) responsável por manifestações clínicas de
alergia: manifestações respiratórias, cutâneas, alimentares, e também
hipersensibilidade a drogas.
São ferramentas importantes utilizadas no auxílio do diagnóstico de
alergia, quando há história clínica sugestiva.
O IgE específico pesquisa um único alérgeno, enquanto o IgE múltiplo
constitui um grupo de alérgenos pesquisados em conjunto.

Nome cientifico: Bertholletia excelsa
Nomes populares: Castanha-do-Para, Castanheira do Brasil, Noz do Brasil

Material


Soro

 

Instruções


- Jejum não obrigatório.